Boa Noite Pessoal!
Estou mandando essa da faculdade...(Não! Não é liberado daqui, é que o blogger também oferece a postagem por e-Mail. Isso sim é liberado!) Bom, como vocês já tinham notado (ou não!) estávamos cadastrados na LIsta Lúdica, um agregador de Blogs de RPG (e tabuleiro também!) há algum tempo. Porém também já tinha mandado a solicitação de cadastro para o "RPG.Blogs", outro agregador. E vejam só...fomos aceitos...Heeeeee! Agora os fãs de RPG, pricipalmente 3D&T podem ver nossas postagens por lá também. E aproveitando vou falar um pouco sobre essa grandiosa idéia. Que grande idéia!!!! Bom, to parando com esse negócio de merchandising. Mas o orgulho de aparecer como blog de RPG é muito grande! Vai que qualquer dia a gente aparece na Área Cinza...Mas como diria o grande pensador Arcano (Afinal, eu também penso!), Blogar RPG é levar conhecimento, e não querer crescer no ramo!
Completamos 1 mês de vida! É o Grimório do Arcano levando o RPG pra mais perto de você. E o melhor, com mais diversão!
Abraços do Arcano!
E até eu chegar em casa...
6 de mar. de 2009
CADASTRO NO BLOGS DE RPG
5 de mar. de 2009
Artefato Tormenta Alpha: Slash Calliber
Marcadores: 3DeT Alpha, Tormenta
Slash Calliber.
A Espada Inteligente.
Trazendo de volta mais artefatos para incrementar sua aventura. Esse já é conhecido de alguns, por estar presente na aventura com mesmo nome da espada. Slash Calliber é uma espada mágica (põe mágica nisso), veja mais detalhes sobre ela.
Qualquer razoável freqüentador de tavernas já ouviu falar histórias sobre duelos de honra, conflitos entre aldeias, ou mesmo guerras estre reinos que teriam sido provovadas por um artefato mágico: a espada Slash Calliber.
Slash Calliber é uma arma mágica capaz de detectar criaturas com Código de Honra ou Insanidade, a até 3m; Ver o Invisível a até 40m; Telepatia a até 30m, em uma direção, três vezes por dia; disparar relâmpagos, uma vez por dia (até 90m de distância, explosão de 30m de diâmetro, 1d + 12 de dano). Infelizmente para seu portador, além de todos esses poderes, Slash Calliber é uma espada mágica inteligente com um desejo incontrolável por combate. Tentará iniciar batalhas de todas as maneiras, seja xingando o adversário (muitas vezes as pessoas acreditam que a voz vewm do portador, não da espada!), seja com pequenas mentiras ("Estou lendo a mente daquele goblin! Ele vai atacar! Pau nele!). Mas ela nunca fará coisas estúpidas como provocar um ataque suicida contra um dragão vermelho ou degolar um pobre camponês desarmado. Pelo menos quse nunca...
Por hoje é só!
Amanhã volto com mais...
Abraços!
Fellipe Arcano
NPCs Amigos...
Marcadores: Dicas de Mestre, Matérias
Aliados.
Ontem comemoramos o dia do mestre, e nada melhor do que postar uma dica de mestre.
Essa semana me veio a cabeça, assim como os grandes inimigos, os personagens também têm os grandes aliados. Às vezes tão grandes que os personagens se sentem acolhidos em sua presença, e sempre esperam a sua chegada quando estão em perigo mortal!
Cuidado Mestre! Personagens dependentes podem ser um problema. Apanham durante a luta toda à espera daquele que irá vos salvar. O mestre deve agir com cuidado aí, da mesma forma que age com os vilões que frequentemente aparecem (quando os personagens estão pertos de mandá-los pro espaço, eles fogem), os NPCs poderosos e aliados devem ser tratados como um caso especial.
Também não podemos deixar os personagens achar que esses fortes aliados são como deuses, pois de tanta ajuda, já o consideram parte do grupo. O Mestre pode incentivar os jogadores à tentar "ultrapassar" os poderes deste grande NPC. Se ele for um rei, os personagens sonharam um dia em ocupar o trono; se for o líder de um exército poderoso, quem sabe um personagem possa vir a ser um grande general em combate? Isso tudo para não deixar a dependência fazer parte do jogo. Dependência é algo que pode tornar o jogo monótono, sempre com aquele "herói dos deuses" vindo resgatá-los. O bom seria os próprios jogadores darem seus "meios" de conseguir, afinal, eles são os personagens principais. Vai da imaginação do mestre, e afinal, são esses dois, mestre e imaginação, que cuidam de todo o enredo da história!
Em breve mais notícias de 3D&T Alpha! Notaram a pouca postagem sobre Tormenta, é que estou trabalhando no conto, que eu diria mais ser um livro, hehe, O Erário dos Povos, mais tarde posto a prévia. Ainda estou no seugundo capítulo e me rendeu 7 páginas, estou surpreso! Mas não esqueci dos artefatos...em breve mais!!!! Pensando em criar um novo cenário...Futurista, mas sem Fantasia!!
Fiquem atentos à novas notícias.
Abraços,
Fellipe "Arcano".
4 de mar. de 2009
Histórias de Mestre!
Marcadores: Dicas de Mestre
Parabéns...clap,clap,clap!!
Hoje, gostaria que você mestre contasse um pouco da sua história, pois no dia 4 de março é o dia do Mestre de Jogo. No mesmo dia em que o falecido "Mestres dos Mestres do RPG" Gary Gygax completa um ano de falecimento. Nossos eternos sentimentos...msa hoje é dia de comemorar mestre!
É, você que achava que não levaria a nada ser um mestre de RPG, criando e criando enigmas, aventuras e mistérios para seus humildes jogadores resolverem (por que eles semprem conseguem?!), você tem um dia especial.
Essa coisa de passar a informação ao outro é como uma ferramenta de reprodução. Onde o mestre passa o conhecimento para um futuro mestre, e assim sucetivamente, deixando o RPG maior, fazendo-o nunca morrer! RPG'll NEVER DIE!
E o melhor, assim como a lei do mais forte, somente aqueles com a capacidade de ser mestre conseguem aguentar o tranco...não é todo mundo que aguenta aqueles Players chatos fazendo sempre o que você nunca espera que ele faça!
Demais...é só isso! Fiquem na paz...e parabéns!
Abraços,
Fellipe "Arcano"
3 de mar. de 2009
Um pouco sobre...Call of Cthulhu!
Marcadores: Matérias
Cthulhu.
Embora Lovecraft nunca tivesse grande reconhecimento em vida ele atraiu a admiração de muitos dos escritores que com ele se correspondiam (inclusive alguns até estabelecidos como Robert E. Howard e Clark Ashton Smith). As obras que atraiam estes escritores tinham uma qualidade literária impar se aproximando dos escritos de Poe e estavam muito longe do que seria por assim dizer 'popular'. O terror de monstros e vampiros para Lovecraft era batido, ele achava que a forma máxima do terror seria o terror cósmico-científico de forte conotação psicológica - o chamado terror psicológico, onde a ambientação é que conduz ao clima assombrado e onde elementos como angustia, depressão, sofrimento e suicídio são determinantes. Foi esta proposta literária e o desenvolvimento insipiente de uma mitologia fantástica envolvendo seres monstruosos e histórias antigas que atraiu a atenção destes escritores.
Utilizando palavras do próprio Lovecraft, "as efabulações sobre temas mundanos e o lugar-comum não satisfazem as mentes mais criativas e sequiosas de novos estímulos". O trabalho de Lovecraft não serve para agradar às massas nem ao cidadão comum, mas apenas a um grupo mais restrito de admiradores que não se contentam com os enredos banais do dia-a-dia. Abdicando do lucro fácil que certamente teria atingido se utilizasse o seu gênio na produção de romances comerciais, Lovecraft deixou-nos um legado espantoso de visões fantásticas e universos assombrosos. Na verdade este gênero já havia sido explorado por Lord Dunsany e por William Hope Hodgson, mas o que fez Lovecraft foi dar uma singular propriedade a este novo tipo de horror que até então não existia - não daquela forma. É esta mitologia fantástica que ficou sendo conhecida como "Os Mitos de Cthulhu".
É importante dizer aqui que este termo "Cthulhu" é pronunciado comumente como "kuh-THOO-loo" (em português soa algo como "Katuuluu", pronunciado rapidamente) por causa da pronuncia indicada na caixa do famoso rpg de nome "Call of Cthulhu" da Chaosium. Entretanto, existem vários estudantes sérios de Lovecraft que preferem a pronúncia como “Cloo-loo”, justificando suas teses em referências dos contos do autor. Fora isto a discussão se estende e encontramos ainda uma série de pronuncias diferentes, mas que na prática nada, ou muito pouco, acrescentam ao termo. O próprio Lovecraft brincava com seus amigos escritores pronunciando hora de uma forma outra d'outra.
A Formação do Círculo de Lovecraft
Não apenas Lovecraft começou a desenvolver estes tipos de histórias, mas junto a ele aqueles correspondentes que falamos também criavam suas histórias e seus deuses, é por exemplo de autoria de Frank Belknap Long a entidade de nome Chaugnar Faugn. O trabalho de Lovecraft atraiu um grupo considerável de escritores, que começaram a corresponder com ele e entre si. Nascia o Lovecraft Cycle, “fundado” pelo próprio Lovecraft e dois escritores consagrados: Clark Ashton Smith e Robert E. Howard (criador de Conan – o Bárbaro). Jovens e talentosos escritores como August Derleth, Frank Belknap Long e Robert Bloch (que viria a escrever mais tarde o conto que inspirou o filme “Psicose”) juntam-se também ao círculo, e todos contribuíram com o seu trabalho para enriquecer os Mitos de Cthulhu. "Era uma espécie de jogo", que todos levaram muito a sério, como comentou certa vez Robert Bloch. Estima-se que tenha-se criado mais de novecentas histórias sobre os mitos. A este grupo de escritores que se juntou a Lovecraft se denominou "Círculo de Lovecraft".
Estes contos se centravam em um grupo de entidades transdimensionais e extraterrestres que serviram como deidades ao homem primitivo. Lovecraft escreveu que Cthulhu e os "Grandes Antigos", como ele (às vezes) chamou os deuses alienígenas, vieram de estrelas escuras. Alguns viveram em um planeta que ele chamou de Yuggoth e identificou nos anos trinta com o planeta recentemente descoberto, Plutão.
Introdução aos Mitos de Cthulhu
Em "O Chamado de Cthulhu", Lovecraft dispôs os fundamentos de seu conceito mitológico. Ele disse que muitos milênios atrás, os Antigos vieram de outros planetas e estabeleceram residência na Terra. Quando as estrelas estavam erradas eles não podiam viver, assim eles desapareceram sob o oceano ou voltaram aos seus mundos de origem onde usaram poderes telepáticos para comunicar-se com o homem. Central ao mito de Lovecraft, os Antigos formaram um culto e uma religião que adorava os aliens como deuses. Nas histórias, os Antigos pairam a meio caminho entre puros extraterrestres e verdadeiros deuses, como requer o enredo. Em seu romance "Nas Montanhas da Loucura", ele escreveu que uma espécie dos Antigos criou o homem para servi-los, iniciando as primeiras civilizações humanas: Atlântida, Lemuria e Mu.
Lovecraft usou as mitologias suméria, egípcia e grega como base para os seus semideuses monstruosos. Ele disse que seu deus-mensageiro Nyarlathotep era um membro do panteão egípcio - a própria esfinge ou um grande faraó. Ele identificou o peixe-deus fenício Dagon (anteriormente Oannes) como o próprio Grande Cthulhu, e assim se tornou a primeira pessoa a ligar extraterrestres a religiões antigas. É interessante notar que Dagon é muitas vezes citado na Bíblia Sagrada nas seguintes partes para quem quiser conferir: Juízes 16:23, Samuel 5:2-7 e Crônicas 10:10. Entretanto Lovecraft nunca alegou que suas histórias eram qualquer coisa além de ficção, embora fizesse parecer ser as mesma muito reais.
August Derleth viria a designar o conjunto do trabalho produzido por Lovecraft e pelos escritores que seguiram o seu estilo como ele próprio por “Mitos de Cthulhu”. Cthulhu é uma criação do próprio Lovecraft de que falarei mais adiante, e que aparece naquele que é provavelmente o seu conto mais conhecido, “Call of Cthulhu”. Cada conto escrito por Lovecraft e seus seguidores constitui mais uma peça para enriquecer a imagem geral do que são os mitos. A melhor forma de os conhecer é obviamente pela leitura desses mesmo contos, mas tentarei dar uma idéia geral. Mas, o por que de tentar dar esta idéia geral, vocês devem estar se perguntando ao ler este site. Bem, a resposta é simples é para que vocês ao lerem a obra de Lovecraft pela primeira vez (como suponho que muitos o façam ao baixar os contos que transcrevi para o formato e-book neste site) vocês não pensem que o conto é um todo quando na verdade faz parte de um conjunto complexo. Foi apenas para dar uma noção que fiz esta seção neste site, tentar sistematizar toda a mitologia como tentou fazer Derleth só conduzirá a dados incompletos e críticas (como ele mesmo foi vítima na época). Vou tentar explicar melhor: Derleth e sites na web tentaram sistematizar algo meio que inconcebível, foram mais de 900 contos de diversos autores o que já complicaria muito as coisas. Mas, se nos concentrarmos mais nos trabalhos de Lovecraft que foi seu grande e inicial idealizador? Bem, isto também não seria bom, pois muitos dos temas que ele trabalhava também tiveram contribuição de outros ou mesmo vieram da troca de idéias e muitas das origens de determinado ponto da mitologia para ser corretamente catalogado deveriam partir para um grande pesquisa seja em contos destes autores ou de qualquer um dos outros que também trabalharam o tema. Entendem? A melhor forma de entender a mitologia e ter acesso a ela é ler as obras de Lovecraft e também, se possível, dos outros autores dos mitos a Chaosium tem muitas destas obras para venda em formato impecável. Fora isto, alguns contos que estão disponíveis aqui no Brasil são a base da mitologia citando alguns: "O Chamado de Cthulhu", "Nas Montanhas da Loucura", "Os Sonhos na Casa Assombrada", "A História do Necronomicon", só pra citar alguns.
Continuando a falar do mistos é possível dizer que é constante ao longo de todas as histórias a idéia de que a humanidade e o nosso planeta são uma “concha” de sanidade mental, imersa num universo completamente alienado, povoado por criaturas e raças poderosas, deuses estranhos e regido por leis completamente insondáveis e divergentes das leis naturais que conhecemos. Um homem exposto a esta realidade tem tendência a enlouquecer. A sanidade mental é vista como uma cortina que nos protege da realidade, permitindo que as sociedades humanas subsistam como as conhecemos, alheias à estranheza do universo que as rodeia. A personagem principal nas histórias de Lovecraft é tipicamente um cientista, investigador ou professor universitário que se vê confrontado das mais diversas formas com esta terrível realidade. Lembraram-se do filme Matrix? Pois, é acho que muito do que eles "criaram" com certeza tem como base os trabalhos de Lovecraft, Hodgson e Dunsany ou mesmo do artista de quadrinhos Grant Morrison criador dos "Invisíveis", que alias chegou a processar os produtores do filme Matrix. Fiquei sabendo a pouco do trabalho deste artista e a pouco também procurei na minha cidade uma loja de HQ´s e pude comprovar falando com alguns e lendo algumas coisas que realmente o que propuseram no filme Matrix, e que causou sucesso, de novo não tem nada.
Outra idéia de base importante é a de que a maioria dos cultos e religiões humanas das mais diversas épocas e regiões do globo, sendo aparentemente dispersas, representem imagens distorcidas e por vezes complementares da verdadeira natureza do cosmos. Segundo a Mitologia de Cthulhu, diversas raças e entidades superiores teriam habitado a terra antes do homem, e diversas o farão depois que humanidade desaparecer. Algumas destas entidades superiores (como o próprio Cthulhu), dado o seu ciclo de vida inimaginavelmente longo, e a sua supremacia física e intelectual sobre o homem, são facilmente confundíveis com deuses. Cultos primitivos terão aparecido para adorar estes pseudo-deuses. Muitas das histórias dos mitos especulam sobre a subsistência desses cultos na atualidade, as suas atividades obscuras e as suas motivações incompreensíveis, criando um ambiente extremamente tenso e paranóico.
As histórias originais de Lovecraft têm na sua maioria como cenário os Estados Unidos dos anos 20 e início dos anos 30. Trata-se de uma época de grandes injustiças sociais, em que a classe baixa vivia na miséria e oprimida pela burguesia, enquanto que a classe alta usufruía de um estilo de vida luxuoso. A segregação racial era intensa e a lei seca encontrava-se em vigor, motivando o aparecimento de crime organizado em volta do tráfico de bebidas espirituosas. A terrível realidade dos Mitos de thulhu contrasta de uma forma bastante brutal e sugestiva com a futilidade dos interesses da classe alta.
Nas palavras do próprio Lovecraft sobre os Mitos de Cthulhu, " basea-se na idéia central de que o nosso mundo foi povoado por outras raças que, por praticar magia negra, perderam suas conquistas e foram expulsos, mas vivem num lugar exterior, dispostos a todo o momento a voltar e se apoderar da Terra". Muitas vezes confundidos com deuses menores, os great old ones são provavelmente seres vivos incrivelmente poderosos, com ciclos de vida espantosamente longos. Especula-se sobre se pertencerão todos a uma ou várias raças cujos elementos se encontram dispersos pelo universo. A variedade do seu aspecto parece excluir a possibilidade de pertencerem todos à mesma raça. Os seus propósitos são mais compreensíveis do que os dos deuses exteriores, estando interessados em colonizar planetas. É freqüente um great old one liderar um povo de uma raça menos poderosa. Na terra existem cultos dispersos a vários destes seres, principalmente Cthulhu.O necronomicon, ou livro dos mortos, nos conta a existência dos "Grandes Antigos", entidades vindas do espaço que dominaram a Terra primordial, muito antes da existência dos seres humanos. Essas entidades foram derrotadas pelos outros deuses mais antigos chamado por Derleth de "Deuses Arquépticos" e foram expulsos do planeta Terra.
Existem seis "Grandes Antigos":
Outros elementos presentes na mitologia:
Necronomicon
Constituindo uma verdadeira “bíblia” dos mitos, o necronomicon foi originalmente escrito por Abdul Alhazared um árabe louco e visionário de cuja vida pouco se sabe, exceto que terá visitado alguns dos lugares mais desolados do globo terrestre. Escrito originalmente em árabe, o necronomicon foi mais tarde traduzido para grego (onde ganhou o seu nome atual), latim e inglês. Na atualidade não existirão mais do que duas ou três cópias deste livro, citando a "História do Necronomicon": "...dos textos latinos agora existe um (século XV) está guardado no Museu Britânico, enquanto outra cópia (século XVII) está na Biblioteca Nacional de Paris. Uma edição do século XVII está na Widener Library em Harvard, e na Biblioteca da Universidade de Miskatonic em Arkham. Além disto na Biblioteca da Universidade de Buenos Aires. Numerosas outras cópias provavelmente existem em segredo, e uma do século XV existe um rumor persistente que forma parte da coleção de um célebre milionário norte americano". Revelando alguns dos mais terríveis segredos dos mitos, a sua leitura provoca graves perdas de sanidade mental a quem alguns que o lêem. Lovecraft embora afirmou, por carta, certa vez que criou o necronomicon baseado em um sonho que teve, acredita-se que ele se inspirou no Liber Logaeth, o grimório real do Dr. John Dee.
Estes grimório não existe e nunca existiu e as descrições acerca do mesmo são de autoria de Lovecraft, o verdadeiro idealizador do necronomicon. O necronomicon nem como um livro cem por cento escrito foi criado por Lovecraft, pois o mesmo dizia ser o mesmo desconhecido. Com a morte de Lovecraft a coisa ganhou tal proporção que muitos forjaram cópias na internet de versões falsas do necronomicon algumas mais complexas outras menos e que em nada acrescenta de útil. É até engraçado algumas, certa vez li uma famosa que dizia a despeito de uma ligação do ocultista Aleister Crowley e Lovecraft - pode isto? Os contos que citam o necronomicon (e são muitos) constituem uma das partes mais interessantes da mitologia. Tem até um filme muito bom, baseado nos trabalhos de Lovecraft que recomendo sobre o tal livro que é o filme "Uma Noite Alucinante" (no E.U.A como "Evil Dead 2"), prefiram assistir a parte 2 que nada mais é do que uma refilmagem. Este filme conta a história de um grupo de jovens que vai acampar numa cabana no meio da floresta e lá encontram o necronomicon e ao ligarem um gravador com onde estava gravado passagens do livro, libertam espíritos malignos da floresta. Pode-se encontrar muito informação sobre o necronomicon no conto: "Os Sonhos na Casa Assombrada" e "O Horror de Dunwich" entre tantos outros. Esclarecendo novamente (em vista da confusão presente na web): o necronomicon nunca existiu como livro, o mesmo para a mitologia lovecraftiana, que como o necronomicon pertencem ao mundo da fantasia e nada mais! Fora este livro imaginário também existiam outro como The King in Yellow.
Arkham
Trata-se de uma pequena cidade universitária perto de Boston, na Nova Inglaterra. Atravessada pelo rio Miskatonic, é nela que vivem muitos dos heróis das histórias de Lovecraft. Aliás, a Universidade de Miskatonic é palco de muitas de suas aventuras. Fundada por pioneiros ingleses da colonização do continente americano, Arkham é assombrada pelas memórias do tempo das bruxas e dos ritos sombrios. Alguns dos sótãos desta cidade ocultam ainda hoje segredos terríveis.
Yuggoth
Ainda antes da descoberta oficial de Plutão, o último planeta do sistema solar, já Lovecraft escrevia sobre Yuggoth, um pequeno planeta sólido com a sua órbita exterior à de Neptuno. Yuggoth é a terra natal de uma raça de criaturas terríveis, os Fungos de Yuggoth, que são seres insectóides da dimensão de um homem com a capacidade de voar através do vácuo inter-planetário, e donos de uma tecnologia incrivelmente avançada. Os Fungos de Yuggoth vagueiam por todo o sistema solar, incluindo a Terra, com propósitos desconhecidos.
A impossibilidade de uma definição
Existe bastante polemica sobre se os Mitos de Cthulhu podem ser considerados uma verdadeira mitologia, ou mesmo uma pseudo-mitologia. Tendo todas as características de uma qualquer outra mitologia, desde um panteão de deuses a um conjunto de lendas (os contos de Lovecraft e outros), foram criados de uma forma perfeitamente artificial e intencional por um conjunto restrito de escritores. Não tiveram a sua gênese nas tradições e crenças de uma civilização, como seria normal numa mitologia. As obras desta mitologia fazem constantemente referências a elementos presente em outros livros, por isto é muito comum vermos termos como: Arkham (a principal cidade-palco de suas histórias), Universidade de Mistakatonic, a vila mal assombrada de Innsmouth, e outras coisas mais presentes em muitas de suas histórias.
August Derleth, autêntico embaixador da obra de Lovecraft e defensor da idéia de considerar os Mitos de Cthulhu uma mitologia, tentou de certa forma a sua sistematização. Procurou determinar que contos de Lovecraft e outros pertenciam aos mitos, e esclarecer aspectos focados de uma forma vaga e imprecisa nessas histórias. Chegou a pretender associar algumas entidades dos mitos com os quatro elementos naturais: ar, água, terra e fogo.
Lin Carter, no seu ensaio “Deamon-Dreaded Lore”, considera que este tipo de sistematização é negativa na medida em que faz desaparecer o fator que considera mais importante nas histórias de Lovecraft: o medo do desconhecido e do incompreensível. Na sua opinião Lovecraft descreve de forma vaga muitos aspectos dos mitos propositadamente, para criar uma aura de mistério e tensão. Os contos de Lovecraft abordam freqüentemente o confronto de seres humanos com realidades e desígnios totalmente alienígenas, e que não para eles compreensíveis.
De forma um pouco marginal ao núcleo central do seu trabalho, e sob a influência de Lord Dunsany, Lovecraft escreveu algumas histórias oníricas, passadas numa dimensão de sonhos, as dreamlands. A história central deste ciclo é “À Procura de Kadath” e narra as aventuras de Randolph Carter (alter-ego de Lovecraft e seu grande personagens de muitos trabalhos), um homem que quando sonha se vê transportado para um outro plano de existência, semelhante a uma terra medieval povoada de criaturas fantásticas. As dreamlands são aparentemente um lugar de paz e tranqüilidade, habitado por criaturas próprias do imaginário infantil. Este sonho pode por vezes transformar-se em pesadelo, dando lugar aos mais horríveis monstros e criaturas. Embora de uma forma dispersa, Lovecraft estabelece algumas relações entre estas dreamlands e o corpo central dos mitos.
Alguns contos de Lovecraft definitivamente não fazem parte dos mitos como por exemplo "A Arvore" e "Os Gatos de Ulthar", mas que não deixam de forma algum de ter um excelente qualidade.
Existem ainda alguns paralelismos que podem ser traçados entre a vida de Lovecraft e alguns aspetos dos mitos. Desde muito pequeno que Lovecraft gostava de ler as “Mil e Uma Noites”, fascinando-o especialmente um personagem árabe misterioso. A analogia com o necronomicon e Abdul Alhazared é inevitável, tanto que era por este nome que ele gostava de ser chamado quando criança. A sua repulsa por peixe e comida marinha faz lembrar “A Sombra sobre Innsmouth”, onde a decadente população da cidade pesqueira de Innsmouth tem estranhas relações com os deep ones, anfíbios humanóides que imitem um repugnante odor a peixe. Falando nisto tem um filme muito interessante sobre Lovecraft que se chama "Dagon" ele é baseado no conto de mesmo nome e na "A Sombra... é um dos poucos filmes bons do mestre dando um boa idéia dos mitos (Necronomicon, Dagon, Re-Animator, Evil Dead 2, pra mim são os melhores filmes, mas existem outros - inclusive porcarias), este e tantos outros é fácil baixar no e-mule ou em qualquer programas de p2p na web e depois é só baixar as legendas em sites especializados. Voltando... Lovecraft é atormentado por sonhos desde pequeno, e a sua mais famosa criação, Cthulhu, tem a capacidade de influenciar os sonhos dos humanos. Além disto temos ainda um ciclo inteiro de histórias dedicadas às suas terras de sonhos, as dreamlands. Também é notório a influencia que exerceu Lord Dunsany com sua mitologia fantástica e também William Hope Hodgson e suas aventuras marinhas.
O fim do Círculo de Lovecraft
Os vários autores dos mitos seguiam um acordo tácito de criar nas suas histórias um ou dois deuses exteriores, um great old one, um tomo arcano e uma cidade assombrada por cultos obscuros e lendas sombrias. Com pequenas variações, os diversos elementos do círculo cumpriam as “regras do jogo” ao escrever para os Mitos de Cthulhu.
Era muito freqüente os membros do círculo “brincarem” uns com os outros colocando referências a outros autores dos mitos de uma forma mais ou menos explícita nas suas histórias. Em 1935 Robert Bloch pediu autorização a Lovecraft para o utilizar como personagem principal num conto. Lovecraft concorda e Bloch torna-o o herói em “O Bamboleiro das Estrelas”, matando-o no fim da história às mãos de um monstro alienígena. Lovecraft obtém a sua vingança “matando” Robert Blake, um alter-ego de Bloch em “O Caçador do Escuro”. O autor do tomo “Cultes des Goules” imaginado por Bloch, Comte D’Erlette, é uma alusão clara a August Derleth. O nome Klarkash-Ton, de alto-sacerdote da Atlântida num conto de Lovecraft, constitui uma paródia a Clark Ashton Smith. Vários outros exemplos poderiam ser citados…
Edmund Wilson criticou e ridicularizou mesmo Lovecraft por este usar muita adjetivação na sua escrita. Era considerado que um bom conto de ficção não deveria socorrer-se de muita adjetivação, mas que os próprios acontecimentos e descrições é que deviam sugestionar o leitor. Se uma visão é horrível, o próprio leitor deveria aperceber-se disso, nunca deveria explicitamente ser dito: “a visão é horrível”. O que é fato é que tanto Lovecraft como diversos dos seus seguidores mantiveram sempre o uso de adjetivação muito rica, o que se tornou uma característica distintiva dos contos dos mitos. Em sua defesa Robert Price considera que estes adjetivos podem ter um efeito quase hipnótico no leitor, despertando a sua própria noção dos conceitos que encerram e inflamando a sua imaginação.
A morte de Lovecraft constituiu um choque para os elementos do círculo, assim como uma surpresa, visto que este não lhes tinha dado qualquer indicação na sua correspondência de que estivesse doente. Este acontecimento causou uma quebra temporária no trabalho relacionado com os mitos. Citando Robert Bloch, “o jogo tinha perdido toda a piada”. Nos anos 40 e 50, Robert Bloch, James Wade e August Derleth continuaram a escrever histórias dos mitos. Em 1964 Ramsey Campbell, um jovem escritor britânico, dá a sua contribuição com o apoio de Derleth. Em 1971 ainda outro britânico, Brian Lumley, junta-se ao grupo. O círculo não morrera verdadeiramente com Lovecraft, subsistindo de uma forma dispersa até aos dias de hoje.
Fonte: SiteLovecraft.cjb.net
Filme: Dragon Ball Evolution
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É pessoal, pra que é fã de Dragon Ball, essa aí não podem perder. Para quem não sabe, Dragonball: Evolution é o novo filme de Dragonball que estreará em 2009. Este filme tem a particularidade der ser em live-action, ou seja, com personagens reais. Finalmente saiu um trailer oficial e com boa qualidade. Deixo-vos aqui para darem a vossa opinião...
É uma jogada arriscada fazerem este tipo de filme num franchise tão famoso… Quando sairam os primeiros teaser trailers pequenos devo dizer que perdi a esperança no filme… Mas com este trailer já fiquei muito mais satisfeito e penso que com imaginação e bons efeitos especiais conseguem fazer um bom filme! Gostei bastante do que vi!
Clique aqui e veja o trailler!
RIO ANIME CLUB 2009
Marcadores: Notícias da Hora
É galera, para começar o ano um grande evento de anime invadirá o Rio. A RIO ANIME CLUB 2009 terá presença de muitas pessoas importantes. Então, os fãs de Mangá, Anime e Games...se fosse vocês dava uma clicada e via as atrações!
No dia 8 de março de 2009 o RIO ANIME CLUB invadirá o RJ com uma enorme festa recheada de diversão para os fãs de Anime, Mangá e Games. Prepare-se!
Curta do primeiro ao último instante que permanecer no evento! Sinta só alguns destaques:
SUPER TALK SHOW com Dublador Wendell Bezerra – responsável pelas vozes dos personagens Goku de Dragon Ball Z/GT e BOB Esponja. Wendel está super cotado para dublar o filme que vai ao cinema DRAGON BALL EVOLUTION, confira novidades do filme nessa super palestra!
FEIRA DE GAMES – O RAC trará jogos radicais para as plataformas de alta tecnologia! Teste Drive: Novo game DRAGON BALL Z BURST LIMIT para PlayStation 3! Arena NARUTO SHIPUDEN ACCEL 2, enfrente os melhores lutadores com suas técnicas ninjas e combos arrasadores no 1º CIRCUITO DE NARUTO DO RJ! Os 3 primeiros lugares levarão uma super premiação! Para XBOX 360 a novidade é o jogo STREET FIGHTER 4 para XBOX 360! Free Play!!! GUITAR HERO III - Venha curtir o sensacional campeonato do jogo musical mais tradicional dos eventos de anime!!!
LAN CLUB - Mega Torneio: Computadores conectados ao super sucesso DOTA Warcraft 3!
DOTA (Defense of the Ancients) é um mapa de Warcraft 3 Frozen Throne onde 2 times (Sentinel e Scourge), de até 5 jogadores cada, devem destruir a base inimiga ao mesmo tempo que defendem a sua base. Cada jogador controla um herói dos 82 possíveis (e aumentando), sendo que cada herói possui 4 habilidades únicas.
A Mozilla FireFox estará presente no Rio Anime Club trazendo brindes e muitas novidades ao público!
CONCURSO DE COSPLAY - Concurso de Cosplay com regras simples e competição dinâmica ampliarão a diversão e garante o devido respeito aos participantes! Troféus, medalhas e super kits para os 5 primeiro lugares!!
BOATE OTAKU - A Boate do Club Hebraica é o ambiente perfeito para curtir o melhor da música pop japonesa, embalando hits da música eletrônica e a oportunidade de conhecer novas pessoas. Uma super pista de dança com os melhores DJs do gênero. Um espaço super cool para você fazer o seu pit stop, descansar e descontrair com os amigos.
COSPLAY INTERNATIONAL TOUR (CIT) - Grande Prêmio México TNT!
CARDS, RPGS e MINIATURAS - Campeonatos de Card Games Pokémon, Yu-gi-oh e Magic. No RPG serão sorteados livros e pôsters da Devir Livraria entre os participantes. Além de demonstração de jogos de Miniaturas.
LANÇAMENTOS EXCLUSIVOS - O Rio Anime Club aquece os fãs com novidades do badalado filme de todos os tempos o DRAGON BALL EVOLUTION.
SHOW DA BANDA AnimaniA que tocará os principais temas de Anime e Tokusatsu embalados pelo ritimo do metal no palco do Rio Anime Club!
DIVERSÃO ABSOLUTA – Além de todas essas atrações, o ingrediente que não faltará será a diversão. Venha participar da Batalha medieval com espadas de espuma, Cosplay Kids, Exibição de Animes, Estandes de Vendas e muito mais atrações...
PROMOÇÃO DA COMUNIDADE DO ORKUT:
Participe da promoção Rio Anime Boy e Girl em nossa comunidade do Orkut e ganhe ingressos e um super kit do evento!
O evento participa de ações sociais , dentre elas, arrecadação de alimentos para pacientes carentes do Hospital Universitário Pedro Ernesto - HUPE, onde o visitante ganha desconto no preço do ingresso com uma doação de um quilo de alimento não perecível.
Para saber mais, acesse: www.rioanimeclub.com.br
RIO ANIME CLUB
Dia: 8 de março de 2009
Horário: 11h às 19h
Local: Clube Hebraica
Rua das Laranjeiras, 346 - RJ
( Metrô Linha 1 – Largo do Machado – Integração R. da Laranjeiras )
Informações de como chegar, e opções de transportes estão disponíveis no site!!
Ingresso: R$ 15,00 ou R$ 13,00 + 1 Kg de alimento não perecível
Site www.rioanimeclub.com.br
Ponto de Vendas Antecipadas
Metrópolis II (Méier)
Rua Dias da Cruz, 203 Loja 11 Tel: 3273-1149
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1 de mar. de 2009
Simbiontes para Tormenta Alpha!
Marcadores: 3DeT Alpha, Tormenta
Argh!
Notei que uma coisa passou despercebida com a Nova Edição do 3D&T Alpha. Aqueles seres repugnantes que raramente os mestres usam em suas campanhas sumiram. Mas o Arcano aqui irá salvar a vida daqueles mestres que gostam de mutação e "poderes extras". Serve também para aqueles que jogam fantasia espacial, servindo como hospedeiro, já que existem muitos seres extranhos nas próximas galáxias. Com vocês os simbiontes.
Simbiontes.
Um simbionte não é exatamente um objeto, mas sim uma criatura. Ela se aloja no corpo de outra criatura e, em troca de alimento, concede algum tipo de proteção ou poder especial.
A origem dos simbiontes em Arton é um mistério que começa a ser esclarecido apenas agora, com a chegada da Tormenta: uma vez que os portadores de simbiontes recebem certa proteção contra a tempestade infernal, estudiosos suspeitam que eles são espécies menores de demônios - uma tentativa de unir os humanos aos habitantes da Tormenta. Graças a essa supeita, portadores de simbiontes costumama ser perseguidos e caçados em quase todos os pontos do Reinado (o povo costuma chamá-los de "noivos do demônios"). Alguns conseguem esconder sua condição, outros não.
Em quase todos os casos, extrair um simbionte é quase impossível. Uma vez que ele esteja preso ao hospedeiro, qualquer tentativa de arrancá-lo vai resultar na morte de ambos. Danos a um simbionte são extraídos diretamente dos Pontos de Vida do hospedeiro, e vice-versa. Construtos e Mortos-Vivos nunca podem possuir simbiontes.
A Academia Arcana já catalogou centenas de espécies de simbiontes; a seguir temos apenas as mais conhecidas.
BioArmadura: após penetrar no corpo de um usuário através de um dardo, esta criatura se aloja no cérebro e altera a bioquímica do corpo. A partir dali o hospedeiro recebe uma forma especial da Desvantagem Fúria: quando fica nervoso por qualquer razão, sua pele se transforma em uma fortíssima armadura orgânica (A+2) e sua é ampliada por uma espécie de musculatura extra, formado pela transformação (F+2).
A mutação torna o hospedeiro monstruoso e destrói qualquer vestimenta, exceto tangas rústicas. Com a armadura ativada a respiração é feita pela pele: o hospedeiro não pode ser sufocado e nem intoxicado por gases venenosos, podendo também respirar embaixo d'água e em qualquer lugar que tenha oxigênio.
Como o simbionte se alimenta de fluidos cerebrais, sua presença causa danos no cérebro, causando um redutor de -1 em qualquer teste envolvendo perícias.
Braquiolampreia: um tipo macabro de enguia medindo um metro, este simbionte usa a boca para se prender ao hospedeiro. A partir de então ela acrescenta 2 PVs ao total do hospedeiro e passa a funcionar como membro extra (com todos os beneficios e problemas desta vantagem).
Escorpião da Tempestade: parecido com um grande escorpião, este simbionte se prende no antebraço e permite disparar pelo punho cargas de energia explosiva (não mágica). O dano é escolhido pelo próprio hospedeiro, usando um limite de PdF4 na rolagem da Força de Ataque. Contudo, cada disparo consome energia vital do próprio hospedeiro, ao custo de 2PVs para cada dado de dano.
Psinídeo: esta grande aranha de aspecto bizarro tem um abdômen que parece um cérebro humano. Ela se agarra a cabeça do hospedeiro e enterra as garras profundamente no crânio, até atingir o cérebro. Uma vez conectada, ela amplia imensamente as capacidades mentais do hospedeiro: ele recebe Genialidade e Telepatia.
Pterodraco: também conhecido como asas-de-dragão, este bicho lembra uma grande cocha com olhos telescópicos e asas membranosas. Ele se prende às costas do hospedeiro, se alimenta de sangue e, em troca, lhe dá poder de vôo (ou seja, Levitação).
Ao contrário da maioria dos simbiontes, que simplesmente pula e agarra a primeira criatura compatível ao alcance, o pterodraco só realiza a simbiose através de um ritual entre o futuro hospedeiro e a criatura - ou comunhão, como chamam alguns povos. Com o sucesso da comunhão, as duas criaturas passam a ser uma só. Qualquer dano causado ao pterodraco é extraido diretamente dos Pontos de Vida do hospedeiro, e vice-versa.
Visorg: esta criatura achatada lembra uma mão com dedos compridos e um grande olho no dorso. Ela se prende ao peito do hospedeiro, bem próximo do ombro, de modo que felizmente possa ser escondido com roupas comuns. Quando exposto (bastando abrir um pouco a camisa), o visorg concede ao usuário Sentidos Especiais de Visão Aguçada, Visão de Raios-X, Infravisão e Ver o Invisível. O usuário pode, além disso, usar detecção de magia como uma habilidade natural.
Esses são os simbiontes pessoal, aí fica a cargo de cada mestre usar ou criar novos, basta ter criatividade.
Abraços, do Arcano!
