Fui também na onda do CF, lá do site Covil, e fiquei interessado em saber qual seria a minha classe! A resposta que obtive...
Sorcerer (Feiticeiro)
"I am in the arcane, and the arcane is in me."
Ha! Por uns intantes achei que ia ter que mudar meu codenome "Arcano". Fazer o quê, sempre gostei de magias!
12 de mar. de 2009
Minha Classe é...
Marcadores: Notícias da Hora
A Blogosfera Lotou! Mas...e daí?!
Os pontos de vista do crescimento.
Muitos tem notado e postado/publicado recentemente matérias como "Nossa! A Blogosfera Lotou!", ou "Como a Blogosfera está grande...". Nada de errado quanto a isso, pelo contrário, parabenizo aos criadores destas postagens, até por chamar atenção para aqueles que chegam para contribuir com o RPG nacional.
Seja qual for o sistemas de jogo, cenário, mestre ou jogador, com certeza hão de haver blogs que corresponderão ao perfil do mestre/jogador leitor (e quando não encontra ele mesmo cria um blog, o que acresce em mais um o número de provedores de informações RPGísticas), assim o leitor, chamado através das palavras do publicador sente-se motivado a trabalhar em cima das postagens, materiais e publicações que os grandes mestres do Brasil tiram de suas cabeças, assim como Zeus extrai Atenas.
Mas isso é bom, quem disse que era ruim? O único e real problema é a falta de identidade de alguns blogs. De vez em quando alguns mestres lêem esses blogs, fascinam-se pelas matérias, têm uma boa idéia para ser publicada, mas ao invés de procurar um contato para uma espécie de parceria, resolvem criar um blog. Daí esse crescimento desenfreado. De certo alguns blogs realmente conseguem se destacar, porque realmente o mestre em questão é literalmente um mestre no assunto.
Vide exemplos como .20, Inominattus, Rolando 20, que contam com uma equipe para publicar suas matérias, e como dizem, a união faz a força, e realmente faz. O que reflete no sucesso e repercussão que os blogs tem em toda esfera RPGística. Os leitores sempre esperam publicações maravilhosas abordando diversos temas, mas geralmente, os blogs têm sua identidade, e os leitores acabam se identificando melhor com o blog. Também temos aqueles que são feitos por equipes de um homem só! PopDice, Blog do Tio Nitro e o Laboratório do Doutor Careca são bons exemplos, onde a experiências dos mesmos geram grandes postagens (e construtivas, acima de tudo!), que levam os leitores a compreender melhor o RPG em si.
Mas e os novíssimos blogueiros? Os chamados RPGístas da 3ª Geração, como eu? Com certeza, apesar de sozinhos e com pouca experiência, alguns conseguem se sair muito bem no trabalho que tentam passar aos leitores. A idéia de criação d'O Grimório do Arcano fora acima de tudo a visualização de adaptações e atualizações para o 3D&T, em sua maioria com o Cenário de Tormenta, e parece que não temos muitos blogs com essa identidade, o que faz d'O Grimório uma identidade única, assim como muitos blogs novos que atuam na blogosfera.
Bom, espero ter passado a você, caro leitor (escrevo no singular pois espero que pelo menos uma pessoa irá ler o artigo), um pouco de um outro ponto de vista sobre a superlotação da blogosfera, levando em conta seu crescimento repentino em 2009, e que com certeza, e de forma inevitável, tende muito mais a crescer!
Abraços do Arcano!
11 de mar. de 2009
NPC // Ficha Técnica : Imperador-Rei Thormy
Marcadores: 3DeT Alpha, Tormenta
Voltando depois de um dia inteiro parado, com mais material de Adaptações&Atualizações para o sistemas 3D&T Alpha! Desta vez, com a Ficha Técnica de um “poderoso” NPC de Arton. O Imperador-Rei Thormy. Boa Leitura, e vida longa ao rei!
Thormy, o Imperador-Rei
Adorado por seu povo, o imperador-rei Thormy é o atual regente de Deheon – o reino-capital da aliança conhecida como “O Reinado”. O Rei é uma das mais conhecidas figuras públicas importantes de toda a Arton. Não há artoniano que não conheça Thormy ou alguma das inúmeras histórias que circulam a seu respeito.
Quando ainda era príncipe, Thormy insistia em convencer seu pai – o então rei Philydio, o Tranqüilo – que, para ser um bom rei, ele deveria conhecer o mundo e seus meandros. Ele acreditava que, convivendo com o povo simples, seria capaz de conhecer melhor seus futuros súditos como realmente são. Então, um dia, o jovem Thormy fugiu de casa para viajar como um “aventureiro comum”.
Após alguns anos (e muitas aventuras e confusões...), thormy voltou à corte, assumindo o trono a pouco tempo depois. Os primeiros anos de seu reinado foram calmos e tranqüilos... até o início de uma série de problemas que levariam à pior crise na história do Reinado. Primeiro vieram as assombrações no Palácio Imperial, depois a Guga da jovem princesa Rhana, os rumores sobre a Aliança Negra dos goblinóides em Lamnor, a chegada dos refugiados de Tamu-ra, a ameaça da Tormenta...
O povo de Deheon começou a sussurrar sobre uma maldição que teria sido rogada a Thormy durante seus anos de aventuras, levando À ruína todos os planos do bondoso rei. Ainda assim, mesmo diante de tantas desgraças iminentes, a grande maioria da população ainda considera Thormy o melhor rei de toda a história – até agora ele foi capaz de garantir a segurança do Reinado contra a maioria dos perigos, sem medir esforços ou economizar recursos para decifrar os mistérios da Tormenta.
Thormy tenta cumprir seus deveres de rei, mas a família real está em crise. Até agora a fuga de Rhana foi mantida em segredo para manter o povo confiante (“como ter fé em um regente que não consegue controlar a própria filha?”). O mago real chega até mesmo a usar magia ilusória para simular aparições públicas da princesa.
Rhana fugiu pois não queria se casar com o arrogante Mitkov, príncipe herdeiro de um importante reino vizinho, como parte de uma nova adesão ao Reinado. Thormy e sua mulher Rhavana sempre desejaram a felicidade da filha, mas naquele momento de crise a aliança política vinha em primeiro lugar. Quando Rhana fugiu, contudo, os insultos de Mitkov foram suficientes para Thormy mudar de idéia – os reinos estariam agora em guerra, não fossem as ameaças mais sérias que as avizinham.
Todos na família real estão agora aflitos com a segurança de Rhana – mas, com tantos perigos espreitando o Reinado, thormy não ousa desperdiçar recursos ou agentes para procurar a filha fugitiva. Sua única esperança é confiar é confiar na perícia de seu bardo e amigo pessoal Luigi Sortudo, que neste momento viaja disfarçado por Arton à procura da princesa.
Imperador-Rei Thormy
F1 (corte), H3, R3, A4, PdF2 (perfuração), 30 PVs, 30 PMs;
Boa Fama, Riqueza, Patrono (seu reino), Devoção (cuidar de seu reino).
Abraços do Arcano.
NPC // Ficha Técnica : Imperador-Rei Thormy
Marcadores: 3DeT Alpha, Tormenta
Thormy, o Imperador-Rei
Adorado por seu povo, o imperador-rei Thormy é o atual regente de Deheon – o reino-capital da aliança conhecida como “O Reinado”. O Rei é uma das mais conhecidas figuras públicas importantes de toda a Arton. Não há artoniano que não conheça Thormy ou alguma das inúmeras histórias que circulam a seu respeito.
Quando ainda era príncipe, Thormy insistia em convencer seu pai – o então rei Philydio, o Tranqüilo – que, para ser um bom rei, ele deveria conhecer o mundo e seus meandros. Ele acreditava que, convivendo com o povo simples, seria capaz de conhecer melhor seus futuros súditos como realmente são. Então, um dia, o jovem Thormy fugiu de casa para viajar como um “aventureiro comum”.
Após alguns anos (e muitas aventuras e confusões...), thormy voltou à corte, assumindo o trono a pouco tempo depois. Os primeiros anos de seu reinado foram calmos e tranqüilos... até o início de uma série de problemas que levariam à pior crise na história do Reinado. Primeiro vieram as assombrações no Palácio Imperial, depois a Guga da jovem princesa Rhana, os rumores sobre a Aliança Negra dos goblinóides em Lamnor, a chegada dos refugiados de Tamu-ra, a ameaça da Tormenta...
O povo de Deheon começou a sussurrar sobre uma maldição que teria sido rogada a Thormy durante seus anos de aventuras, levando À ruína todos os planos do bondoso rei. Ainda assim, mesmo diante de tantas desgraças iminentes, a grande maioria da população ainda considera Thormy o melhor rei de toda a história – até agora ele foi capaz de garantir a segurança do Reinado contra a maioria dos perigos, sem medir esforços ou economizar recursos para decifrar os mistérios da Tormenta.
Thormy tenta cumprir seus deveres de rei, mas a família real está em crise. Até agora a fuga de Rhana foi mantida em segredo para manter o povo confiante (“como ter fé em um regente que não consegue controlar a própria filha?”). O mago real chega até mesmo a usar magia ilusória para simular aparições públicas da princesa.
Rhana fugiu pois não queria se casar com o arrogante Mitkov, príncipe herdeiro de um importante reino vizinho, como parte de uma nova adesão ao Reinado. Thormy e sua mulher Rhavana sempre desejaram a felicidade da filha, mas naquele momento de crise a aliança política vinha em primeiro lugar. Quando Rhana fugiu, contudo, os insultos de Mitkov foram suficientes para Thormy mudar de idéia – os reinos estariam agora em guerra, não fossem as ameaças mais sérias que as avizinham.
Todos na família real estão agora aflitos com a segurança de Rhana – mas, com tantos perigos espreitando o Reinado, thormy não ousa desperdiçar recursos ou agentes para procurar a filha fugitiva. Sua única esperança é confiar é confiar na perícia de seu bardo e amigo pessoal Luigi Sortudo, que neste momento viaja disfarçado por Arton à procura da princesa.
Imperador-Rei Thormy
F1 (corte), H3, R3, A4, PdF2 (perfuração), 30 PVs, 30 PMs;
Boa Fama, Riqueza, Patrono (seu reino), Devoção (cuidar de seu reino).
Abraços do Arcano.
[Continuação]
10 de mar. de 2009
Dica de Mestre: Malditos Players!!
Malditos Players!
Quando os jogadores acabam com os planos!
Quem é mestre sabe como é. Quando pensamos e repensamos durante toda a semana, sobre uma aventura legal para ser jogada no final de semana, no ‘sabadão’, dia onde muitos mestres se reúnem com seus jogadores para se divertir. O mestre, achando que construí sua maior e mais bolada aventura, achando que a mesma será lembrada por todo o grupo pelo resto da vida, e que ao postar o diário da campanha no blog atrairá tantos comentários que a pir...Alexa fará com que seu traffic rank suba de tal modo que ultrapasse grandes blogs (ta, ta, exagerei um pouco). Mas, nem tudo é um mar de rosas.
É aí que entra a parte chata. O mestre não joga sozinho, e de quem ele depende para a aventura dar certo? Dos Players! Jogadores. Que às vezes meio que incentivados a fazer que o mestre sofra perante à algumas situações que certamente deixam o mestre ora contrangidos, ora no estado muito conhecido por sem-saber-o-que-fazer, esse por sinal acaba levando os jogadores ao encontro de um NPC tri-apelão que também certamente os levará a morte devido a coragem dos players em desafiar o mestre no meio de uma partida.
Mas mestre que é mestre não tem essas frescuras. Mestre pensa sempre na alternativa de, por exemplo, “Vocês estão em frente à caverna cujo o senhor da estalagem afirmava que teria muitos tesouros em seu interior, o que vocês fazem?”. Jogadores normais responderiam: “Vamos lá!”. Mas temos aqueles mais sacanas que dizem: “Sei que vai ter um ‘chefão’ apelão pra gente tentar matar mesmo, não tô afim de correr perigo!” – nesses casos a vontade que se tem é de jogar todos os monstros que residem dentro da caverna pra cima deles naquela hora. Mas não! Você é um mestre inteligente. Lá vai algumas dicas de como se sair dessa:
Bom, espero ter ajudado vocês nessa. E se alguém vier reclamar do seu jeito de narrar, confie no coração das cartas...Ops! Dos dados, quis melhor dizer!
Abraços do Arcano.
8 de mar. de 2009
Prévia // Conto : Erário dos Povos
Marcadores: Matérias
Erário dos Povos.
Conto de Tormenta.
Ambientado em Arton, do Cenário Tormenta, o conto Erário dos Povos ainda está em criação, mas já tenho o primeiro capítulo e parte do segundo disponíveis para visualização...com vocês, uma prévia de Erário dos Povos.
O Erário dos Povos
Capítulo Um: Prólogo.
A Escuridão de Tenebra já se aproximava na Caverna do Saber. Logo, a maioria dos clérigos de Tanna-Toh, a deusa do conhecimento, estariam indo dormir. Ele, como servo não muito orante, dormiu antes da noite chegar. Já estava escuro quando acordou, e creu que os altos sacerdotes deveriam achar que ele estava em total transe e perfeita conexão com a deusa. Enganaram-se, e feio! Será que realmente eles não desconfiam de ninguém, ele pensou. Levantou-se do piso de cor marfim muito bem trabalhado, e limpo. Suas vestes eram brancas, mas nem por se prostar em reverência elas se sujaram, continuavam impecáveis, dignos de um verdadeiro clérigo da sabedoria. Já era o último sacerdote presente, a não ser é claro por aquele Globo de Luz, que se denomina sumo-sacerdote de Tanna-Toh. Como pode um objeto ser digno de tanta sabedoria, tanto conhecimento, tanto poder, indagou novamente. Estava ali, um perante o outro, dizem que ele, o Helladarion, responde a qualquer pergunta feita a ele, qualquer que fosse a pergunta. Ousadamente ele se aproximou, fez uma pequena reverência, e perguntou:
- Ó poderoso Helladarion, sumo-sacerdote de Tanna-Toh e fonte de todo conhecimento Artoniano, responda-me: Qual é o meu destino?
Ele não esperava uma resposta, mas sua intuição clerical, se é que isso exista, dizia que ele teria sim a resposta. Lembrou-se da vez que seu falecido mentor disse quando ainda pretendia entrar para a ordem, disse ele que o Helladarion só saberia responder aquilo que já foi conhecimento de alguma pessoa, ou da própria deusa. Certamente ninguém saberia o seu destino, e Tanna-Toh não ligaria para um simples servo. Começou a achar que sua pergunta fora um pouco sem fundamentos, indigna de um clérigo do conhecimento. Bom, era isso então, nada. Deu as costas depois de outra reverência, e se conduziu para fora da Caverna. No meio do caminho, uma voz calma, porém poderosa a clamou em seus ouvidos:
- Worn Alitoris, retorne!
Sabia o nome dele, mas como? Ficou tão surpreso, que caiu para trás ao ouvir a voz. Imediatamente voltou para o centro da Caverna, onde fica o altar. Helladarion estava mais radiante do que nunca tinha visto. Seu brilho era muito intenso e ele não acreditava como era possível estar a enxergar o globo de luz.
- Worn Alitoris. – Novamente a voz calma e poderosa se exclamou.
- Sim.
- Perguntava sobre o seu destino? – Confirmou que sim com a cabeça. – Então te direi qual é o seu destino. Terás uma grande missão, e sua vida se resumirá toda a ela, deverá se entregar a ela como o dia em que sua morte virá, porque é o desejo de Tanna-Toh.
- Sim, e que missão seria essa? – perguntou Worn.
- Sabe-se que Arton corre muito perigo com a invasão da Tormenta, e a deusa tem medo do que possa vir a acontecer com os relatos da história de Arton. Todas as raças e povos de Arton têm sua história gravada em algum objeto, ou por alguém. Sua missão é conhecer essas histórias e passar à mim a informação coletada.
- E como farei isso? – Worn parecia muito disposto.
- Você...tem muito conhecimento, saberá sempre o que fazer.
- E quando começo?
- Quando você achar melhor, jovem aventureiro.
O brilho de Helladarion já tinha se extinguido, mas Worn ainda estava chocado com uma missão repentina dessas. Repentina e grande. Pressentindo que muito trabalho iria por vir, foi direto para seu quarto no templo. O templo ficava logo em frente a Caverna do Saber, localizado na cidade de Gorendill, no Reino de Yuden. Seu aposento era um dos menos luxuosos, devido ao seu “status” perante aos outros clérigos. Em geral, os clérigos do conhecimento são preparados por anos de treinamento, aprendendo a cultura e os conhecimentos requisitantes pelos membros da ordem de Tanna-Toh. Mas com Worn fora mais fácil, era um aventureiro, chegou machucado ao templo, e acabou por ficar.
Worn arrumou seus pertences. Tomou o livro e a pena, para registrar cada lembrança ou conhecimento das raças, suprimentos para uma viagem inicial, e uma veste reserva. Depois de tudo pronto, dirigiu-se ao seu novo mentor, Allen Forandhi, e explicou detalhadamente a missão.
- Se este é o desejo da deusa, tenha muito cuidado. – disse Allen.
- Para falar a verdade estou meio nervoso.
- Mas... – indagou Allen – se Tanna-Toh escolheu você, é porque sabe que pode confiar em você.
Allen sempre dava ótimos conselhos para Worn, apesar de Allen ser um mentor novo, tanto na idade quanto na vida de Worn.
- Como sabe, Worn, – continuou Allen - você tem o mesmo nome do criador da ordem, e deve respeitá-lo como o mesmo. Irá passar dificuldades. Se sentir que o caminho é perigoso, procure companhia.
- Certo! – disse Worn, agora mais confiante – Agora estou pronto!
- Que a deusa lhe proteja!
- Mestre, obrigado! Estarei de volta.
E assim Worn saiu em busca de conhecimento, sem mesmo saber onde começar, ou onde mesmo procurar. Terá que contar com a intuição, e acima de tudo...a Sorte!
Capítulo Dois: Erário dos Elfos.
Já era quase a hora do almoço. A mãe nunca esquecia a hora do almoço, era muito pontual. Sempre brincávamos no campo, Yondallas e eu, ambos tínhamos a mesma idade, e costumávamos brincar de gladiadores da Arena Imperial, vivíamos nos subúrbios de Valkaria, muito perto da Favela dos Goblins, mas nunca acharia isso um problema, “aqueles seres insignificantes nunca foram um problema”, era o que eu achava antes de conhecer o poder destrutivo que esses monstros são capazes de fazerem juntos.Voltando da nossa peleja de mentira, que mesmo sendo falsa, lutávamos com tanto vigor que ficávamos exaustos. A mãe tinha feito uma espécie de sopa, estava bastante quente, e esperamos que ela esfriasse, contamos a mãe quem tinha ganho. Yondallas sempre vencia, afinal, os elfos, mesmo sendo também seres arrogantes e egoístas, ainda eram um pouco mais ágeis que meros humanos com eu. No meio do almoço, Yondallas resolveu falar:
- Sabe irmão, – era assim que ele me chamava – descobri o que vou fazer quando completar minha maturidade.
- Ainda não completou? – indaguei como deboche. – Mas o elfos não são mais velhos do que parecem? Acredito que você, irmão, já tenha 100 anos, não é?
- Cinqüenta e Quatro! – respondeu Yondallas – Mas estive pensando em me alistar na resistência que combate a Aliança dos Goblins.
- Você é louco irmão! – gritei surpreso – Você procura a morte ainda tão jovem?
- Sábio Worn. Tão jovem e tão sábio. Sabe que sou um elfo, e nesse momento, aqueles goblinóides ferem cada vez mais a essência da criadora dos Elfos, Glórienn, quase não consigo mais sentir sua presença em minhas preces.
- E aonde vai? – perguntei.
- Lenórienn, a cidade dos Elfos. Buscarei aqueles que ainda estão vivos...
- Vou com você. – interrompi – Não posso deixar você ir sozinho, é meu irmão, então vamos juntos.
- É perigoso!
- Perigo é meu sobrenome.
- Não era Alitoris?
- Você entendeu!
Tempos depois estávamos integrando a Força de Resistência à Aliança Negra. Fazíamos parte do 5° grupamento de Infantaria e estaríamos entrando em zona de combate em torno de uma hora. Virei-me para Yondallas, avistei em seu rosto um enorme sorriso de felicidade.
- Ainda tem tempo para voltar, amigo! – provocou.
- Me desculpe, mas minha lança já está esperando por sangue de goblins, que cor será que eles têm? Verde?
- Sempre brincando. Até quando o combate se aproxima.
Chegamos ao Istmo que separa o Reinado de Lamnor, lá os primeiros pelotões já tinham feito o estrago e montamos acampamento, iríamos partir de manhã cedo, agora sim para o confronto direto.
Dormimos, porém no meio do sono, ouvimos apitos, gritos de “Acordem!”, “estamos sendo atacados”, “levantem”, alertavam o perigo. Levantei-me rapidamente, Yondallas não estava ao meu lado. Peguei a lança, nem me importei com armadura ou escudo. Sai da barraca e encontrei Yondallas com um goblin encravado em sua espada, um goblin vinha por trás e sem dó perfurei-o com a lança.
- Cuidado irmão. – provoquei.
- Até em meio ao combate você me insulta! – riu Yondallas.
Matamos muitos goblins naqueles dias. Mas não havia somente goblins, um bugbear aniquilava muitos com um golpe. Olhei para Yondallas e partimos ao encontro do bugbear. Ele proferiu um ataque contra mim, aparei o golpe do machado com a lança e ela se partiu em duas metades iguais. Yondallas estava no ar com a espada em punhos com a lâmina voltada para baixo, pronta para ser encravada. Mas algo deu errado, o bugbear se virou repentinamente e acertou Yondallas com apenas um golpe, certeiro, no meio de sua face.
- Não!!
Mas já era tarde, Yondallas estava morto. Resolvi fugir.
Antes de sair de vez da cidade de Gorendill, Worn perguntou a Allen qual povo ele escolheria primeiro.
- Os elfos, jovem Worn. Os elfos estão em decadência, muitos dizem que eles não tem muitos anos de vida e que seus destinos estão fadados a serem escravos de outros povos. Acredito totalmente ao contrário, elfos são fortes, e sua deusa, Glórienn, é muito vingativa. Com certeza deve estar tramando sua volta. Mas o único problema, é o bugbear da profecia. Seu exército invadiu Lenórienn, e acredito que o que procura esteja lá.
- Lenórienn. Glórienn. Yondallas...
- O que foi jovem Worn? Algum problema? – Allen se preocupou com a efêmera face de tristeza que assolava Worn.
- Não. Nada. Acredito que tenha razão.
- Então adeus. Até a próxima.
- Até.
Worn não acreditava que iria novamente à caminho de Lenórienn. E da última vez, boas recordações não vieram...
[O Capítulo Dois Continua...]
Espero que tenham gostado da prévia, em breve terminarei-o!
Abraços do Arcano!
7 de mar. de 2009
Entrevista com o Panteão Artoniano!
Entrevista com o Panteão.
Humor e Diversão...Veja como seria uma entrevista com os deuses do Panteão! Primeira arte cômica que faço que possa ter alguma graça! Não costumo ser muito bom em piadas, mas acho que essa ficou legal!
Entrevista com os deuses do Panteão!
Entrevistador : Estamos aqui, diretamente de Arton para fazer uma entrevista com os deuses do Panteão Artoniano. Vamos ver quem está mais próximo de nós...aqui! É...Azgher, fale um pouco conosco!
Azgher : Sim!
Entrevistador : Beleza...conte-nos, do que você mais gosta?
Azgher : Sol, Calor, Fogo...
Entrevistador : Isso explica o calor...
Azgher : Desculpe, tenho que ir... – oferendo a mão para ser apertada.
Entrevistador : Não há...Aaaaaaaahhhhhhhh!!!!!!! Você me queimou!
Azgher : Desculpe! Fui!
Entrevistador : Droga, Azgher já foi e ainda queimou minha mão...vamos procurar outra divindade, ali, aquele grande bugbear...Ragnar!
Ragnar : Morra!!
Entrevistador : Tá bom! Já saí...parece que os deuses não estão de bom humor...vamos ver agora, ééé, aquela linda garotinha...Olá, como se chama?
Lena : Olá, meu nome é Lena.
Entrevistador : Ok, Lena, e qual é sua abrangência?
Lena : A vida! Ai, a vida é tão bela, não é?
Entrevistador : É...bom, eu acho...que confuso! Tchau minininha...
Lena : Até! Lalalalala...
Entrevistador : Eu hein...e eu achando que esse suplemento era para maiores de 14 anos, mas deixa pra lá, quem será o próximo...Nossa, que linda mulher...Oi garota...
Deusa : Olá!
Entrevistador : Quais é o seu nome?
Valkaria : O meu é Valkaria!
Entrevistador : Certo...adoro entrevista com mulheres...vamos ao que interessa vocês...Qual o deus mais bonito do Panteão?
Valkaria : Khalmyr, é claro!
Entrevistador : O que que esse cara tem que eu não tenho...
Outra deusa : Opa! Quem falou em Khalmyr?
Valkaria : Ih! Tenebra, nem vem. Seu caso com Khalmyr já se foi...e você viu no que deu...
Tenebra : O que quis dizer com isso?
Deus (ou cobra?) : Ela quissss ssse referir aossss sssseusss filhossss com Khalmyr. Aquelesss anõessss ridiculosssss!
Valkaria : Sszzaas! Quer parar! Tenebra, não foi isso que eu quis...
Tenebra (Estado Berseker!) : Prepare-se para a porrada!
Keenn : Briga! Briga! Briga! Briga!
Marah : Gente, não vale a pena brigar!
Valkaria&Tenebra : É por isso que você não tem ninguém!
Hyninn : Hahaaa!! Podia ter dormido sem essa!
Entrevistador : É melhor eu sair daqui. Daqui a pouco sobra pra mim. Vamos procurar outro deus, hum, uma deusa e um deus conversando, que civilizados! Ei! Quem são vocês?
Deus : Kame Hame Hadouken soka horuboshi nissin mojimoji.
Entrevistador : Hum?!
Deus : DATTEBAYO!!!!
Deusa : Este é Lin-Wu, deus do Oriente.
Entrevistador : Tá explicado. Produção! Da próxima vez contratem um tradutor...é, então, como se chama?
Tanna-Toh : Tanna-Toh.
Entrevistador : Você figurou algum espisódio de Guerra nas Estrelas?
Tanna-Toh : Não. Por quê?
Entrevistador : Sei lá. Acho seu nome parecido com um dos planetas...
Tanna-Toh : Prossiga!
Entrevistador : Certo! É, qual sua abrangência?
Tanna-Toh : Conhecimento. Sei de tudo sabe...
Entrevistador : Hum...então me responda...Quando a Tormenta acabará?
Tanna-Toh : Não sei, de repente no dia em que a Jambô descontinuar o projeto!
Entrevistador : Estou falando do cenário, fantasia medieval, entendeu?
Tanna-Toh : Você não se acha meio grandinho pra acreditar em fantasia medieval?
Entrevistador : Obrigado pela entrevista...tchauzinho...mulher louca! Vamos ver agora, caramba! O que é aquilo?
Megalokk : AAAArrrrggggggggggghhhhhhhhhhhhhhhhh!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Entrevistador : Putz!
Grande Lago, ops! Oceano : Não se preocupe! Vou dar um jeito...
(Grande Onda aparece e varre tudo!)
Entrevistador : Caramba, foi uma Tsunami?
Lin-Wu : Tsunami, DATTEBAYO!
Um monte de pássaros : O que fez com meu mano?!?!
Oceano : A Era dele já se foi!
Entrevistador : Quem é você deusa?
Allihanna : Allihanna, deusa dos animais...
Entrevistador : Que sem graça...fui! Não tem quase mais ninguém...Ei! Uma elfa, chorando? Ei! Elfa, o que houve?
Elfa: mimimimimimi...
Tauron : Deixe Glórienn em paz!
Entrevistador : Beleza, beleza! To indo...
Tauron : Não quero saber... (Grande porradão FA50)
Entrevistador : (Morri!)
Fênix : Volte!
Entrevistador : (Revivi!) Obrigado!
Tauron : Wou! Que parada é essa?
Thyatis : Espera, estou pressentindo alguma coisa...A Dimensão irá mudar...
Entrevistador : O quê?
(bug do sistema!)
Entrevistador : Eu vou ficar louco!!!
Nimb : Sério?
Entrevistador : É o que está parecendo...
Nimb : Quem é você?
Entrevistador : O Entrevistador, oras!
Nimb : Não é um macaco?
Entrevistador : Não. Sou um macaco? Claro que não! Será?
Khalmyr : Deixe a sanidade dele em paz Nimb!
Nimb : Sempre estragando as brincadeiras...
Entrevistador : Khalmyr, Khalmyr, pode nos dar uma entrevista?
Khalmyr : Primeiro você deve preencher este formulário, e apres...
Entrevistador : Calma aí! Formulário?!?!
Khalmyr : É. Para manter a Ordem!
Entrevistador : Quer saber, to indo embora...
Outro Deus : Peraê...Esqueceu de mim!
Entrevistador : Pelas minhas contas já se foram vinte...Quem é você?
Terceiro : O Terceiro, Kally...
Entrevistador : Ah! Quer dizer que você fica sumido por um penca de anos e agora que volta quer fazer merchandising? Cai fora mane! Meu deus!!
Panteão : Nos chamou?
Entrevistador : Aaaaaahhhhh! (Suicídio!)
Thyatis : Sem problemas...vou ressuscitá-lo!
Entrevistador : Nãããããããããããããoooooooo!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Abraços,
Fellipe Arcano!
Artefato Tormenta Alpha: Manoplas do Dragão
Marcadores: 3DeT Alpha, Tormenta
Manoplas do Dragão.
Artefato Alpha.
Seguindo a mesma temática do Artefato Sombra do Dragão, trago para vocês mais um artefato retirado de uma das essências do dragão. Desta vez, As Manoplas do Dragão!
História
Reza a lenda que aquele mesmo mago (vide link acima), novamente olhando o curioso livro em dracônico, viu que poderia criar mais um novo artefato. Recolheu de um dragão branco, após uma batalha que quase custara sua vida, as escamas do dragão branco. De suas escamas, fez As Manoplas do Dragão.
Aparência
As Manoplas do Dragão são duas manoplas comuns, só pelo nome! Na verdade elas simulam as patas de um dragão branco. Sua cor é branca, original do dragão branco cujas escamas foram retiradas. Quando em uso, emana uma aura fria e muito clara.
O Ritual
Para se criar as manoplas do dragão, é necessário um ritual. O assassino do dragão branco deve recolher suas escamas, e colocá-las uma a uma, em seus ante-braços e em suas mãos. O processo é doloroso, mas logo o praticante do ritual se acostuma, pois a presença gélica das escamas acaba por anestesiar o futuro usuário. Após completas a colocação das escamas, deve se pronunciar as palavras descritas no livro. Aí sim as escamas tornam-se manoplas, que podem ser retiradas posteriormente, como manoplas comuns.
Regras de Jogo
As Manoplas do Dragão conferem ao usuário uma FD+1, e Armadura Extra (Frio/Gelo) . O tipo de dano é para quem usa as Manoplas passa a ser por corte (a manopla cria garras durante o combate, naturalmente).
Rumores e Boatos
» A única Manopla do Dragão existente até o momento está perdida.
» O livro no qual pode ser lido o ritual do artefatos dracônicos está perdido, e em seu interior utiliza-se a língua dos dragões, o dracônico.
» Existem ainda mais essências, todas contidas no livro.
» O último lugar onde o livro foi visto fora na fronteira entre Deheon e as Montanhas Uivantes.
Fellipe "Arcano" Soares
Grimório do Arcano.
