17 de mar. de 2009

Matéria: Roleplayng...the Game!


Roleplaying the Game.
Leiaê y Pensaê!
Muito se sabe que o RPG já cresceu muito e também está presente quase sempre na vida de muitos RPGístas (e de não-RPGístas também. Fazer o quê? Influência da Internet!), e também já foi dito antes que cresce também pela “sucessão” de mestres do jogo, que passam seus conhecimentos para outros futuros mestres. Agora é a vez dos jogadores.


Os Jogadores, os peões do tabuleiro, por serem os que movem a iniciativa do jogo; os cavalos do jogo, pela bravura e estratégia; os bispos, pela capacidade de “converter” os não jogadores para jogarem também; as torres, por nunca desistirem de uma partida de bom RPG. Bom, eles são a maioria em jogo, e detém também a sua maior parcela de poder. É de certo que o mestre é o “mestre” do jogo, detendo do controle, mas o verdadeiro poder está mesmo nas mãos de players. Eles sempre terão uma ferramenta que pode levar o jogo do mestre à ruína: O Livre Arbítrio. Essa opção, de jogar ou não jogar fazem deles os “donos” do jogo. E às vezes fico até comovido com a ação de interpretação, ou roleplayng, dos jogadores.

Seu aventureiro pode acabar assim se não houver união no grupo!!XP
Alguns se saem tão bem nisso que digo que poderiam ser ótimos atores. O meio como eles conseguem sair de diversas situações com muita criatividade e inteligência. Isso me motiva ainda mais a testar a criatividade deles em certas situações, cada vez mais aumentamos o nível de dificuldade de interpretação dos jogadores. Até que resolvi fazer isso com meus jogadores, testei até onde o poder de interpretação deles poderiam chegar sem ter que se envolver com o mundo de fora. Cabicioso e maquiavélico esse plano, mas precisava fazer isso, estava meio que testando um deles, o que eu tinha mais confiança, pois tinha começado a trabalhar e estudar para faculdade e estava sem tempo para continuar nossas aventuras. Ele tinha se interessado por narrar e mestrar, queria ser um mestre, então resolvi testar a criatividade, a inteligência, e acima de tudo, um poder que todo o mestre deve ter, o improviso! No meio da aventura, os aventureiros já estavam bastante experientes, e resolvi fazer um torneio, e acabei por usar alguns NPCs para colocar esse “escolhido” contra meu irmão, que também e bom jogador, mas é meio esquentado e tinha uma birra com esse jogador. Antes eles viviam testando um ao outro, durante o começo da aventura, pedi para que parassem e os dois até desenvolveram um certo trabalho de equipe, mas foi só colocar um contra o outro de novo que a amizade se foi. E então faltava uma coisa para o teste estar encerrado, saber se o fato ocorrido geraria repercussões no dia-a-dia fora do RPG. Foi no que deu, pararam de se falar, e esse “escolhido” acabou por criar um outro grupo de RPG na região. Legal, o RPG crescendo, e outro dia veio me pedir até uns conselhos.

Com esse fato pude ver que algumas vezes o jogadores se tornam tão envolvidos, que ao invés de somente interpretar o jogo, acabam também interpretando no dia-a-dia, no cotidiando, isso é meio perigoso, é dever do mestre não fazer do RPG um vício, e do jogador não fazer o mestre viciá-los.

Esse poder de interpretação pode levar o jogador a níveis diferentes de reações, um misto de sentimentos, se o RPG tomar conta da vida do player. Posso estar parecendo meio psicólogo, ou um grande estudioso, mas pelo contrário, sou um inexperiente, tenho apenas 19 anos, mas qualquer um pode entender que se não jogado seriamente, o RPG pode causar certos problemas. Então fica o aviso, RPG é coisa séria, e jogue com moderação. E mestres, evitem testar seus jogadores como eu fiz, é uma experiência realmente muito ruim e desagradável. Hoje meu grupo dá boas risadas da ocasião, mas pode gerar alguns problemas se o grupo não for unido!

Bom, ficam os conselhos do Arcano.
Joguem RPG, não a vida!


1 comentários:

Anônimo disse...

Se você fosse pisicologo perderia a licença com uma coisa dessas, hehehhe, manipulação total!

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